domingo, 5 de maio de 2013

Pope Francis to Confraternities: "renewal and rediscovery "... Evangile, ecclésialité, missionnaire : les trois qualités des confraternités. Evangelicidade, eclesialidade, missionariedade - eixos da homilia do Papa na Missa com as Irmandades na Praça de São Pedro .

Pope Francis to Confraternities: "renewal and rediscovery "...



(Vatican Radio ) It poured with rain on Sunday morning in a packed Saint Peter’s Square as Pope Francis presided over a colourful celebration in the context of the ‘Year of Faith’: Holy Mass with Confraternities.
And the Confraternities came in thousands spilling over beyond the Square, donning their traditional robes and bearing their great crucifixes which they lined up against the walls of the colonnades. Mostly from European countries: Italy, Spain, Malta, Portugal and Ireland, some from even further afar.
And when the Pope greeted them he thanked them for their courage in braving the rain. In this Square he insisted, "I see a great variety, first of umbrellas, and then of colours and signs"…
“Popular piety”, he told them, “is a journey which leads to what is essential, if it is live ...»

Papstmesse mit Bruderschaften: „Seid Missionare der zärtlichen Liebe Gottes!“




RealAudioMP3 Rund 50.000 Angehörige katholischer Bruderschaften, darunter auch aus Deutschland, halten sich gegenwärtig auf Einladung des Vatikan zu einer internationalen Zusammenkunft in Rom auf. Höhepunkt des Treffens war an diesem Sonntag die Messe mit Papst Franziskus auf dem Petersplatz anlässlich des „Jahres des Glaubens“.


Evangelientreue, Kirchlichkeit, Missionsstreben: Mit diesen drei Begriffen charakterisierte Papst Franziskus die Bruderschaften, mit denen er gemeinsam auf dem Petersplatz Messe feierte. Trotz des Regens war der Platz voller Banner, Trachten, Kruzifixe und anderer Zeichen der Bruderschaften, Zeichen einer lebendigen Tradition der Kirche. Franziskus:


„Über Jahrhunderte sind die Bruderschaften Schmiede der Heiligkeit vieler Menschen gewesen, die in Einfachheit eine intensiv ...»

Papa Francesco alle Confraternite: vivete le vostre realtà all'insegna di evangelicità, ecclesialità e missionarietà




Una distesa di ombrelli di tutti i colori e poi di insegne, stendardi e croci che riempie Piazza San Pietro e si allunga per via della Conciliazione: è il suggestivo spettacolo offerto dalle migliaia di fedeli, membri delle più varie Confraternite, radunati questa mattina per la Messa celebrata da Papa Francesco che conclude le "Giornate delle Confraternite e della Pietà popolare" promosse in occasione dell'Anno della Fede. A loro il Pontefice raccomanda tre aspetti fondamentali: evangelicità, ecclesialità e missionarietà. E assicura: la Chiesa vi vuole bene, la vostra è “una modalità legittima di vivere la fede”. Il servizio di Adriana Masotti:RealAudioMP3

Sono venuti da tutta Italia, Francia, Spagna, Irlanda, Malta , Polonia, il cielo a Roma è grigio e piove, ma il clima in piazza è quello dell ...» 
 

«Autenticidad evangélica, eclesialidad, ardor misionero»: Papa Francisco a las Hermandades de todo el mundo



(RV).- (Con audio) Presidiendo con gran alegría la Santa Misa, que culmina este VI domingo de Pascua, la peregrinación de las Hermandades en el Año de la Fe, el Obispo de Roma agradeció su importante testimonio y su numerosa presencia en la Plaza de San Pedro, en representación de las que están difundidas en todo el mundo. Y ello a pesar de la lluvia, que cayendo por momentos no pudo ‘aguar’ la devoción y alegría de estos miles de cofrades, que habían empezado a llegar en procesión desde muy temprano, para la Misa del Papa con sus estandartes e imágenes. Una gran variedad de colores y signos de la piedad popular de la Iglesia universal.
Citando a Benedicto XVI, el Papa Francisco destacó la importancia de la ‘evangelicidad’ de las Hermandades y de la riqueza de manifestaciones de la pieda ...»

 

Evangile, ecclésialité, missionnaire : les trois qualités des confraternités



Evangile, ecclésialité, missionnaire : les trois qualités des confraternités

Marée de parapluies ce dimanche place Saint-Pierre. La pluie n’a cependant pas empêché les fidèles de venir une nouvelle fois très nombreux. Il y avait parmi eux les membres des confraternités qui accomplissent en ce moment leur pèlerinage à Rome.
Sur la place Saint-Pierre, de nombreuses croix, crucifix et autres objets de cultes, étaient exhibés comme autant de symboles de la piété populaire portés hauts par les confraternités qui sont, selon le pape, « une réalité traditionnelle dans l’Eglise qui a connu à une époque récente un renouvellement et une redécouverte ». Dans son homélie, le pape François est revenu sur trois aspects essentiels de l’action de ces confraternités.

Le reportage place Saint-Pierre d'Olivier Bonnel RealAudioMP3

Etre conforme à l’évangile, l’ecclésialité et être missionnaire ...»

 

Evangelicidade, eclesialidade, missionariedade - eixos da homilia do Papa na Missa com as Irmandades na Praça de São Pedro






RealAudioMP3 Praça de São Pedro coloriu-se das vestimentas típicas e dos guarda-chuvas dos peregrinos das Irmandades e da Piedade popular, ali congregados para assistir à missa presidida pelo Papa Francisco… Vieram de várias partes do mundo para a Jornada que lhes é reservada no âmbito do “Ano da Fé”.

O Papa começou por agradecer a sua presença corajosa no meio da a chuva, sublinhando depois que as irmandades constituem uma realidade com grande tradição na Igreja e que foi objecto de renovação e redescoberta nos últimos tempos.

Baseando-se depois nas leituras da missa deste domingo, o Papa Francisco articulou a sua homilia em três eixos: evangelicidade, eclesialidade e missionariedade.

Evangelicidade, na medida em que – disse – “toda a fé cristã está centrada no relacionamento com o Pai, o Filho e o Espírito Santo”. É este o ponto de partida e de chegada da nossa fé: “amar a Deus, ser discípulos de Cristo, vivendo o Evangelho” .

Citando Bento XVI, que usara a palavra evangelicidade em relação às irmandades, o Papa Francisco recordou-lhes que são um tesouro para a Igreja, um tesouro que os bispos latino-americanos definiram “uma mística”, “um espaço de encontro com Cristo”. E exortou-os a continuarem a beber dessa fonte inesgotável e a não se contentarem com uma vida cristã medíocre…

“Ao longo dos séculos, as Irmandades têm sido uma forja de santidade para muitas pessoas, que viveram com simplicidade uma relação intensa com o Senhor. Caminhai decididamente para a santidade; não vos contenteis com uma vida cristã medíocre, mas a vossa pertença sirva de estímulo, a começar por vós mesmos, para amar mais a Jesus Cristo.”

Eclesialidade. Mais uma vez o Papa Francisco retomou uma palavra pronunciada por Bento XVI em relação às irmandades. Recorda a primeira reunião dos discípulos e anciãos nos temos da Igreja nascente para definir o que era essencial, isto é, acreditar em Jesus Cristo Morto e Ressuscitado. E aqui o Papa fez notar “como as dificuldades foram superadas, não fora, mas dentro da Igreja”. É a eclesialidade. A piedade popular leva ao essencial – disse o Papa – “se for vivida na Igreja em profunda comunhão com os pastores.”

Assegurando-lhes o amor da Igreja e recordando-lhes que os bispos latino-americanos os definiram “uma maneira legítima de viver a fé, um modo de se sentir parte da Igreja”, o Papa Francisco convidou-os a serem verdadeiros pulmões da Igreja:

“Amai a Igreja! Deixai-vos guiar por ela! Nas paróquias, nas dioceses, sede um verdadeiro pulmão de fé e de vida cristã, um ar fresco."

O terceiro aspecto sublinhado pelo Papa na sua homilia foi a missionariedade. Depois de pôr em realce as cores e os sinais de cada uma dessas irmandades, o Papa recordou-lhes que a sua missão específica é “manter viva a relação entre a fé e as culturas dos povos a que pertencem” . E fazem-no – proseguiu - com gestos que “envolvem os sentidos, os sentimentos, os símbolos" dessas culturas". Gestos que devem indicar a centralidade da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo tanto neles próprios e na comunidade. Deste modo levam Cristo às pessoas simples, aos pequeninos. É um gesto evangelizador – frisou o Papa Bergoglio - exortando as irmandades a serem verdadeiros evangelizadores, a serem pontes que levam a Cristo, pois que cada cristão e cada comunidade é missionária na medida em que transmite e vive o Evangelho e testemunha o amor de Deus sobretudo em relação aos que se encontram e dificuldades… E o rematou recomendando-lhes que se esqueçam destas três palavras:

“Evangelicidade, eclesialidade, missionariedade. Peçamos ao Senhor que oriente sempre a nossa mente e o nosso coração para Ele, como pedras vivas da Igreja, para que cada uma das nossas actividades e toda a nossa vida cristã sejam um luminoso testemunho da sua misericórdia e do seu amor. E assim caminharemos para a meta da nossa peregrinação terrena, para a Jerusalém do Céu. Lá já não há templo algum: o próprio Deus e o Cordeiro são o seu templo; e a luz do sol e da lua cedem o lugar à glória do Altíssimo. Assim seja.”


fonte

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Il Papa: la Chiesa è una comunità del “sì”, perché nasce dall'amore di Cristo . Pope: A Church that says ‘Yes’ . Papst Franziskus: „Die Kirche des ‚Nein’ und die Kirche des ‚Ja’“ Benoît XVI est rentré au Vatican, accueilli par le Pape François. “Avergonzarse de los propios pecados, virtud del humilde que prepara al perdón de Dios”, el Papa en Santa Marta . Papa Francisco: sociedade que não dá trabalho ou explora os trabalhadores é injusta

Il Papa: la Chiesa è una comunità del “sì”, perché nasce dall'amore di Cristo





La Chiesa è una comunità del “sì” perché nasce dall’amore di Cristo. E’ quanto affermato, stamani, da Papa Francesco nella Messa celebrata nella Cappella della Casa Santa Marta. Il Papa ha sottolineato che quando i cristiani non fanno lavorare lo Spirito Santo allora cominciano le divisioni nella Chiesa. Alla Messa, concelebrata con il cardinale Albert Malcolm Ranjith Patabendige, ha preso parte un gruppo di dipendenti dei Musei Vaticani. Al termine della Messa di questa mattina, è stato presentato a Papa Francesco il nuovo numero dell'inserto femminile dell'Osservatore Romano, "Donne Chiesa Mondo". Il servizio di Alessandro Gisotti:RealAudioMP3

papa Francesco si è soffermato sui primi passi della Chiesa che, dopo Pentecoste, è uscita per andare nelle “periferie della fede” ad annunciare il Vangelo. Il Papa ha osservato che lo Spirito Santo fa due cose: “prima spinge” e crea anche dei “problemi” e poi “fa l’armonia della Chiesa”. A Gerusalemme dunque, tra i primi discepoli, “c’erano tante opinioni” sull’accoglienza dei pagani nella Chiesa. C’è chi diceva “no” ad un accordo, e chi invece era aperto:

“C’era una Chiesa del 'No, non si può; no, no, si deve, si deve, si deve’, e una Chiesa del 'Sì: ma … pensiamo alla cosa, apriamoci, c’è lo Spirito che ci apre la porta’. Lo Spirito Santo doveva fare il suo secondo lavoro: fare l’armonia di queste posizioni, l’armonia della Chiesa, fra loro a Gerusalemme e fra loro e i pagani. E’ un bel lavoro che fa sempre, lo Spirito Santo, nella storia. E quando noi non lo lasciamo lavorare, incominciano le divisioni nella Chiesa, le sètte, tutte queste cose … perché siamo chiusi alla verità dello Spirito”.

Ma qual è dunque la parola chiave in questa disputa alle origini della Chiesa? Papa Francesco ha ricordato le parole ispirate di Giacomo, del vescovo di Gerusalemme, che sottolinea come non si debba imporre sul collo dei discepoli un giogo che gli stessi padri non sono stati in grado di portare:

“Quando il servizio del Signore diventa un giogo così pesante, le porte delle comunità cristiane sono chiuse: nessuno vuole venire dal Signore. Noi invece crediamo che per la grazia del Signore Gesù siamo salvati. Prima questa gioia del carisma di annunciare la grazia, poi vediamo cosa facciamo. Questa parola, giogo, mi viene al cuore, mi viene in mente”.

Il Papa si è soffermato su cosa significhi oggi nella Chiesa portare un giogo. Gesù, ricorda, chiede a tutti noi di rimanere nel suo amore. Ecco allora che proprio da questo amore nasce l’osservanza dei suoi comandamenti. Questa, ha ribadito, è “la comunità cristiana del sì” che rimane nell’amore di Cristo e dice dei ‘no’ “perché c’è quel sì”. E’ questo amore, ha affermato ancora il Papa, che “ci porta alla fedeltà al Signore”… “perché io amo il Signore non faccio questo” o quest’altro:
“E’ una comunità del ‘sì’ e i ‘no’ sono conseguenza di questo ‘sì’. Chiediamo al Signore che lo Spirito Santo ci assista sempre per diventare comunità di amore, di amore a Gesù che ci ha amato tanto. Comunità di questo ‘sì’. E da questo ‘sì’ compiere i comandamenti. Comunità di porte aperte. E ci difenda dalla tentazione di diventare forse puritani, nel senso etimologico della parola, di cercare una purezza para-evangelica, una comunità del ‘no’. Perché Gesù ci chiede prima l’amore, l’amore per Lui, e di rimanere nel Suo amore”.
Ed ecco allora, conclude il Papa, che “quando una comunità cristiana vive nell’amore confessa i suoi peccati, adora il Signore, perdona le offese”. E, ancora, "ha carità con gli altri" e "la manifestazione dell’amore” e così “sente l’obbligo di fedeltà al Signore di fare come i comandamenti”.



Testo proveniente dalla pagina http://it.radiovaticana.va/news/2013/05/02/il_papa:_la_chiesa_è_una_comunità_del_“sì”,_perché_nasce_dallamor/it1-688173
del sito Radio Vaticana
 

Францішак: захоўваць вернасць запаведзям з любові да Пана

Францішак: захоўваць вернасць запаведзям з любові да Пана

RealAudioMP3 “Калі хрысціяне не даюць дзейнічаць Святому Духу тады ў Касцёле пачынаюцца падзелы”, - адзначыў папа Францішак падчас ранішняй Эўхарыстыі ў Доме св. Марты 2 мая. Пантыфік цэлебраваў св. Імшу ў прысутнасці невялікай групы супрацоўнікаў Ватыканскіх музеяў. У сваёй гаміліі ён паразважаў над жыццём першай хрысціянскай супольнасці, якая адразу пасля Пяцідзесятніцы накіравалася на “перыферыі веры” ...»

Pope: A Church that says ‘Yes’



(Vatican Radio) When we don't allow the Holy Spirit to work, divisions in the Church grow. This was the message at the heart of Pope Francis’ homily Thursday morning concelebrated with Cardinal Albert Malcolm Ranjith Patabendige, the Archbishop of Colombo Sri Lanka, and staff from the Vatican Museums. Emer McCarthy reports: RealAudioMP3
Pope Francis focused on the first reading from Acts which recounts the first steps of the Church which, after Pentecost, went out to the "outskirts of faith" to proclaim the Gospel. The Pope noted that the Holy Spirit did two things: "first it pushed" and created "problems" and then "fostered harmony within the Church." In Jerusalem, there were many opinions among the first disciples on whether to welcome Gentiles into the Church. There were those who said "no" to any agreement, and instead those who were open:

"There was a ‘No’ Church that said, 'you cannot; no, no, you must not' and a ‘Yes’ Church that said, ‘but ... let’s think about it, let’s be open to this, the Spirit is opening the door to us '. The Holy Spirit had yet to perform his second task: to foster harmony among these positions, the harmony of the Church, among them in Jerusalem, and between them and the pagans. He always does a nice job, the Holy Spirit, throughout history. And when we do not let Him work, the divisions in the Church begin, the sects, all of these things ... because we are closed to the truth of the Spirit. "

But what then is the key word in this dispute in the early Church? Pope Francis recalled the inspired words of James, Bishop of Jerusalem, who emphasized that we should not impose a yoke on the neck of the disciples that the same fathers were not able to carry:

"When the service of the Lord becomes so a heavy yoke, the doors of the Christian communities are closed: no one wants to come to the Lord. Instead, we believe that through the grace of the Lord Jesus we are saved. First this joy of the charism of proclaiming the grace, then let us see what we can do. This word, yoke, comes to my heart, comes to mind”.

The Pope then reflected on what it means to carry a yoke today in the Church. Jesus asks all of us to remain in his love. It is from this very love that the observance of his commandments is born. This, he reiterated, is "the Christian community that says yes". This love, said the Pope, leads us to be faithful to the Lord" ... "I will not do this or that because I love the Lord”:

"A community of' yes' and 'no' are a result of this' yes'. We ask the Lord that the Holy Spirit help us always to become a community of love, of love for Jesus who loved us so much. A community of this 'yes'. And from this 'yes' the commandments are fulfilled. A community of open doors. And it defends us from the temptation to become perhaps Puritans, in the etymological sense of the word, to seek a para-evangelical purity, from being a community of 'no'. Because Jesus ask us first for love, love for Him, and to remain in His love. "

Pope Francis concluded: this is "when a Christian community lives in love, confesses its sins, worships the Lord, forgives offenses, is charitable towards others and manifests love" and thus "feels the obligation of fidelity to the Lord to observe the commandments."



Text from page http://en.radiovaticana.va/news/2013/05/02/pope:_a_church_that_says_‘yes’/en1-688191
of the Vatican Radio website

Papst Franziskus: „Die Kirche des ‚Nein’ und die Kirche des ‚Ja’“



Wenn die Kirche den Heiligen Geist nicht wirken lässt, dann ist das bereits der Beginn der Spaltungen. Das betonte Papst Franziskus an diesem Donnerstag in seiner Predigt bei der Morgenmesse im Gästehaus des Vatikan, der Casa Santa Marta. Der Geist sorge seit den Anfängen der Kirche für den Antrieb des Glaubens, aber auch für Herausforderungen; dann aber schaffe er die Einheit der Kirche. Der Papst nahm Bezug auf die Debatte unter den ersten Christen, wie mit Heidenchristen umzugehen sei.

„Es gab eine Kirche des ‘Nein, das geht nicht!, nein, nein“ und eine Kirche des ‚Ja, man muss sie zulassen, man muss, denken wir darüber nach, und der Heilige Geist wird uns schon die Tür öffnen.’ Der Heilige Geist musste dann seine zweite Aufgabe vollbringen: Einheit zwischen den Positionen schaffen, zwischen den Christen Jerusalems und den Heidenchristen.“

Ohne den Heiligen Geist entstünden hier nur Spaltungen. Das Schlüsselwort in den Auseinandersetzungen der Urkirche sieht Papst Franziskus in einer Ermahnung des Apostels Jakobus, der betont habe, dass man den Christen kein Joch auferlegen dürfe, das die Väter der Kirche selber nicht zu tragen bereit seien.

„Wenn der Dienst des Herrn ein derart schweres Joch wird, dann sind die Tore zur christlichen Gemeinde geschlossen: Niemand will zum Herrn kommen. Wir aber glauben, dass wir durch die Gnade des Herrn erlöst sind. Erst kommt die ausstrahlende Freude bei der Verkündigung dieser Gnade. Und danach sehen wir, was wir tun können.“



Dieser Text stammt von der Webseite http://de.radiovaticana.va/news/2013/05/02/papst_franziskus:_„die_kirche_des_‚nein’_und_die_kirche_des_‚ja’“/ted-688207
des Internetauftritts von Radio Vatikan

Benoît XVI est rentré au Vatican, accueilli par le Pape François






Benoît XVI, pape émérite depuis sa renonciation au trône de pierre le 28 février dernier, est rentré au Vatican ce jeudi après-midi. Benoît XVI a quitté en hélicoptère le palais apostolique de Castel Gandolfo où il réside depuis fin février vers 16h30. Il rejoint à présent le monastère Mater Ecclesiae qui a été rénové et adapté pour le recevoir. Le couvent se situe dans les jardins de la Cité du Vatican. Pour la première fois dans l'histoire, deux Papes résideront donc à l'intérieur du Vatican.

Le Pape François a accueilli personnellement Benoît XVI à l'entrée du monastère, alors qu'à l'héliport, le Pape émérite était attendu par le doyen du Sacré collège, le Cardinal Sodano, le cardinal secrétaire d'Etat Tarcisio Bertone, par le Substitut de la Secrétairerie d'Etat Mgr Becciu, par le secrétaire pour les relations avec les Etats Mgr Mamberti, par le président du Gouvernorat de la Cité du Vatican le cardinal Bertello et le secrétaire Mgr Sciacca. Benoît XVI a été accueilli avec "une grande et fraternelle cordialité" par le pape François, a indiqué le Vatican dans un communiqué. Les deux hommes ont ensuite brièvement prié ensemble dans la chapelle du monastère.

Benoît XVI vivra au premier étage du monastère

Le petit monastère de quatre étages (dont un au sous-sol) a été aménagé ces derniers mois en conséquence. Il est doté d'un ascenseur, ce qui permettra à Benoît XVI, qui vivra au premier étage, de pouvoir se déplacer sans problèmes. La résidence bénéficie d'une chambre d'amis qui sera toujours disponible pour le frère du Pape, Mgr Georg Ratzinger. Les autres personnes qui logeront au Mater Ecclesiae: Mgr Georg Gaenswein, son secrétaire et actuellement préfet de la Maison Pontificale, et les quatre "memores domini", laïques consacrées, qui s'occupent des tâches quotidiennes. La secrétaire, Birgit Wansing, ne logera pas au monastère. Et puis, le diacre belge qui est resté aux côtés de Joseph Ratzinger durant les deux mois de permanence à Castel Gandolfo, étant donné que Mgr Gaenswein était très occupé au Vatican, prendra congé ce jeudi

“Avergonzarse de los propios pecados, virtud del humilde que prepara al perdón de Dios”, el Papa en Santa Marta



(RV).- (Audio) RealAudioMP3 Avergonzarse de los propios pecados es la virtud del humilde que prepara a acoger el perdón de Dios: fue la reflexión de Francisco, el lunes 29 de abril por la mañana, durante la Misa presidida en la Capilla de la Casa de Santa Marta, en presencia de algunos empleados vaticanos del Apsa, la Administración del Patrimonio de la Sede Apostólica y de un grupo de religiosas. En esta oportunidad concelebraron con el Santo Padre el cardenal Domenico Calcagno, presidente del Apsa, y el arzobispo Francesco Gioia, presidente de la Peregrinatio ad Petri Sedem.

Comentando la primera Carta de San Juan, en la que se dice que “Dios es luz y en Él no hay tiniebla alguna”, el Papa Francisco subrayó que “todos nosotros tenemos oscuridades en nuestra vida”, momentos “donde todo, también en la propia consciencia, es oscuro”, pero esto - precisó - no significa caminar en las tinieblas:
“Caminar en las tinieblas significa estar satisfecho de sí mismo; estar convencido de no tener necesidad de salvación. ¡Aquellas son las tinieblas! Cuando uno se adentra en este camino de las tinieblas, no es fácil dar marcha atrás. Por ello Juan continua, porque quizás este modo de pensar lo ha hecho reflexionar: ‘Si decimos de estar sin pecado, nos engañamos a nosotros mismos y la verdad no está en nosotros’. Miren sus pecados, nuestros pecados: todos somos pecadores, todos… Este es el punto de partida. Pero si confesamos nuestros pecados, Él es fiel, es justo hasta perdonarnos los pecados y purificarnos de toda iniquidad. Y nos presenta – ¿no es verdad? - a aquel Señor tan bueno, tan fiel, tan justo que nos perdona”.
“Cuando el Señor nos perdona hace justicia” – prosiguió diciendo el Obispo de Roma- sobre todo a sí mismo, “porque Él ha venido para salvarnos y perdonarnos”, acogiéndonos con la ternura de un padre hacia los hijos: “el Señor es tierno hacia aquellos que lo temen, hacia aquellos que van hacia Él” y con ternura “nos comprende siempre”, quiere donarnos “aquella paz que solo Él da”. “Esto -afirmó - es lo que sucede en el Sacramento de la Reconciliación” aunque “tantas veces pensemos que ir a confesarnos es como ir a la lavandería ” para limpiar la suciedad de nuestra ropa:
“Pero Jesús en el confesionario no es una lavandería: es un encuentro con Jesús, pero con este Jesús que nos espera, que nos espera como somos. ‘Pero Señor, mira yo soy así …’, me da vergüenza decir la verdad: ‘He hecho esto, he pensado esto’. Pero la vergüenza es una verdadera virtud cristiana y también humana… la capacidad de avergonzarse: No sé si en italiano se dice así, pero en nuestra tierra a aquellos que no pueden avergonzarse se les llama ‘sin vergüenza’, porque no tienen la capacidad de avergonzarse y avergonzarse es una virtud del humilde, de aquel hombre y de aquella mujer que es humilde”.
Es necesario tener confianza - prosiguió el Papa - porque cuando pecamos tenemos un defensor ante el Padre: “Jesucristo, el justo”. Y Él “nos sostiene ante el Padre” y nos defiende frente a nuestras debilidades. Pero es necesario ponerse frente al Señor “con nuestra verdad de pecadores”, “con confianza, también con gozo, sin maquillarnos… ¡No debemos jamás maquillarnos delante de Dios!”. Y la vergüenza es una virtud: “bendita vergüenza”. “Esta es la virtud que Jesús nos pide: la humildad y la docilidad”:
“Humildad y docilidad son como el marco de una vida cristiana. Un cristiano va siempre así, en la humildad y en la docilidad. Y Jesús nos espera para perdonarnos. Podemos hacerle una pregunta: entonces ir a confesarse ¿no es ir a una sesión de tortura? ¡No! Es ir a alabar a Dios, porque yo pecador he sido salvado por Él. ¿Y Él me espera para apalearme? No, con ternura para perdonarme. ¿Y si mañana hago lo mismo? Ve otra vez, y otra y otra y otra… Él te espera siempre. Esta ternura del Señor, esta humildad, esta docilidad…”.
Esta confianza “nos da respiro”. “ Que el Señor - finalizó el Papa su homilía en Santa Marta- nos dé esta gracia, este coraje de ir siempre hacia él con la verdad, porque la verdad es su luz, y no con las tinieblas de las medias verdades o de las mentiras ante Dios. ¡Que nos dé esta gracia! Así sea”. (RC-RV

Papa Francisco: sociedade que não dá trabalho ou explora os trabalhadores é injusta



Ouça aqui... RealAudioMP3

Ontem dia 1º Maio em que a Igreja faz memória de S. José Operário e internacionalmente se celebra o Dia do Trabalhador, o Santo Padre denunciou na audiência geral a visão economicista da sociedade que procura o lucro egoísta. E no início não deixou de valorizar a importância do trabalho na vida de Jesus:

"Jesus nasce e vive numa família, na Santa Família, aprendendo de São José a profissão de carpinteiro, na oficina de Nazaré, partilhando com ele o empenho, o trabalho, a satisfação e também as dificuldades de todos os dias. Isto chama-nos a atenção para a dignidade e a importância do trabalho."

Dirigiu-se depois em concreto aos jovens:

"Gostaria de dirigir-me em particular a vós jovens: empenhai-vos no vosso dever quotidiano, no estúdo, no trabalho, nas relações de amizade, na ajuda aos outros; o vosso futuro depende também da como saibais viver estes preciosos anos de vida. Não tenhais medo do empenhamento, do sacrifício e não olhais com medo para o futuro; mantenham viva a esperança: há sempre uma luz no horizonte."

No final da audiência convidou os fieis a confiarem na força da oração:

"Recordemo-nos mais do Senhor no nosso dia-a-dia. Durante este mês de maio gostaria de chamar a atenção para a atenção para a importância e a beleza da oração do Santo Rosário. Recitando a Ave Maria somos conduzidos a contemplar os mistérios de Jesus, a refletir sobre os momentos centrais da sua vida, para que, como para Maria e José, Ele seja o centro dos nossos pensamentos, das nossas atenções e das nossas acções."

Já na missa matinal celebrada na Casa de Santa Marta no dia de ontem o Papa Francisco tinha chamado a atenção para a dignidade que o trabalho dá ao ser humano:

"O trabalho dá-nos dignidade! Quem trabalha é digno, tem uma dignidade especial, uma dignidade de pessoa: o homem e a mulher que trabalham são dignos. Pelo contrário, aqueles que não trabalham não têm esta dignidade. Mas são muitos aqueles que querem trabalhar e não podem. Este é um peso para a nossa consciência, porque quando a sociedade está organizada de tal forma que nem todos têm a oportunidade de trabalhar, de ser ungidos da dignidade do trabalho, aquela sociedade não vai bem: não é justa! Vai contra o próprio Deus, que quis que a nossa dignidade comece a partir daqui".

domingo, 28 de abril de 2013

Le Pape François aux jeunes : "Ouvrez la porte de vos vies à la nouveauté de Dieu" . "Deus dá-nos a coragem de ir contra a corrente" - Papa Francisco na Missa em que Crismou 44 fieis .

Le Pape François aux jeunes : "Ouvrez la porte de vos vies à la nouveauté de Dieu"




Des milliers de jeunes venus du monde entier réunis Place Saint-Pierre dimanche matin. Et une messe célébrée tout spécialement pour eux par le Pape François, durant laquelle il a confirmé 44 jeunes choisis de diocèses représentant les cinq continents. Une messe des confirmands qui prenait tout son sens en cette Année de la Foi.

"La nouveauté que représente Dieu ne ressemble en rien aux nouveautés du monde, qui ne sont que provisoires, passent de mode et ne donnent l'envie que d'en rechercher toujours plus . La nouveauté que Dieu confère à notre vie est définitive. Et dès lors ouvrons-lui la porte". Voilà ce qu'a déclaré le Pape durant l'homélie de cette messe célébrée sous un splendide soleil printanier, après plusieurs jours de temps gris, pluvieux et un peu froid. A croire que le Pape François, depuis le début de son pontificat, a passé un accord avec le ciel.

Laisser l'Esprit Saint transformer nos zones d'ombre

"Le cheminement de l'Eglise, a jouté le Pape, et notre cheminement de chrétien, ne sont pas toujours faciles, ils rencontrent des difficultés". "Suivre le Seigneur, laisser son Esprit transformer nos zones d'ombre, représentent un cheminement parsemé d'obstacles, en dehors de nous, dans le monde, ,mais aussi à l'intérieur de nous". "Mais toutes ces "tribulations font partie de la route pour atteindre la gloire de Dieu".

Le Pape a exhorté les jeunes à " aller à contre-courant, car Dieu nous en donne le courage " et "les difficultés et les incompréhensions ne doivent pas vous faire peur". "Avec Dieu, nous pouvons réaliser de grandes choses". Et c'est par la phrase célèbre de Jean-Paul II au début de son pontificat en 1978 que le Pape François a conclu son homélie: "Chers amis, ouvrons tout grand la porte de notre vie à la nouveauté de Dieu qui nous donne l'Esprit Saint, pour qu'il nous transforme, nous rende forts dans les difficultés, renforce notre union avec le Seigneur. Et ce sera une véritable joie".

A la fin de la messe le Pape a tenu à saluer un par un les 44 jeunes qu'il venait de confirmer. A chacun d'eux il a demandé comment comment ils s'appelaient et d'où ils venaient. Aux côtés du Pape, Mgr Rino Fisichella, président du Conseil pontifical pour la Nouvelle Evangélisation qui avait préparé l'évènement, et connaissait très bien les parcours de ces jeunes invités à Rome pour leur confirmation. Une jeune fille a tenu ces mots : "Très Saint-Père, c'est le jour le plus important de ma vie".
Appel du Pape François pour la défense du travailleur
Lors de la prière du Regina Coeli, à midi, le Pape a prié à nouveau pour les victimes de la catastrophe au Bangladesh, exprimant " sa profonde solidarité et proximité avec les familles qui pleurent leurs proches". Le Pape a tenu aussi à lancer un appel fort pour que " l'on défende toujours la dignité et la sécurité du travailleur". L'effondrement à Dacca d'un bâtiment de trois étages qui accueillait une manufacture de textiles a fait, selon un dernier bilan, 376 morts, plus de 1.200 blessés et un nombre inconnu de disparus coincés sous les gravats.

"Deus dá-nos a coragem de ir contra a corrente" - Papa Francisco na Missa em que Crismou 44 fieis







O Papa Francisco celebrou a Eucaristia do V Domingo da Páscoa na Praça de S. Pedro onde crismou 44 fieis representantes dos cinco continentes. Na sua homilia proferida para uma multidão de largas dezenas de milhares de peregrinos o Santo Padre acentuou 3 pontos fundamentais. No primeiro ponto salientou a leitura em que S. João nos sugere a visão de um novo céu e uma nova terra e, em seguida, a Cidade Santa que desce de junto de Deus. Tudo é novo, transformado em bondade, em beleza, em verdade; não há mais lamento, nem luto... Tal é a acção do Espírito Santo - diz-nos o Papa - Ele traz-nos a novidade de Deus; vem a nós e faz novas todas as coisas, transforma-nos. E a visão de São João lembra-nos que todos nós estamos a caminho para a Jerusalém celeste, a novidade definitiva para nós e para toda a realidade, o dia feliz em que poderemos ver o rosto do Senhor, poderemos estar para sempre com Ele, no seu amor. "Vedes?! A novidade de Deus não é como as inovações do mundo, que são todas provisórias, passam e procuram-se outras sem cessar. A novidade que Deus dá à nossa vida é definitiva; e não apenas no futuro quando estivermos com Ele, mas já hoje: Deus está a fazer novas todas as coisas, o Espírito Santo transforma-nos verdadeiramente e, através de nós, quer transformar também o mundo onde vivemos. Abramos-Lhe a porta, façamo-nos guiar por Ele, deixemos que a acção contínua de Deus nos torne homens e mulheres novos, animados pelo amor de Deus, que o Espírito Santo nos dá. Como seria belo se cada um de vós pudesse, ao fim do dia, dizer: Hoje na escola, em casa, no trabalho, guiado por Deus, realizei um gesto de amor por um colega meu, pelos meus pais, por um idoso."
No segundo pensamento o Papa recorda a leitura dos Actos dos Apóstolos em que Paulo e Barnabé afirmam que «temos de sofrer muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus». O caminho da Igreja e também o nosso caminho pessoal de cristãos não são sempre fáceis, encontramos dificuldades, tribulações.

"Seguir o Senhor, deixar que o seu Espírito transforme as nossas zonas sombrias, os nossos comportamentos em desacordo com Deus e lave os nossos pecados, é um caminho que encontra muitos obstáculos fora de nós, no mundo onde vivemos e que muitas vezes não nos compreende, e dentro de nós, no nosso coração. Mas, as dificuldades, as tribulações fazem parte da estrada para chegar à glória de Deus, como sucedeu com Jesus que foi glorificado na Cruz; aquelas sempre as encontraremos na vida."


Finalmente num terceiro e último ponto o Santo Padre formula um convite dirijdo a todos mas especialmente aos crismandos e crismandas presentes na celebração:

"...permanecei firmes no caminho da fé, com segura esperança no Senhor. Aqui está o segredo do nosso caminho. Ele dá-nos a coragem de ir contra a corrente. Não há dificuldades, tribulações, incompreensões que possam meter-nos medo, se permanecermos unidos a Deus como os ramos estão unidos à videira, se não perdermos a amizade com Ele, se lhe dermos cada vez mais espaço na nossa vida. Isto é verdade mesmo, e sobretudo, quando nos sentimos pobres, fracos, pecadores, porque Deus proporciona força à nossa fraqueza, riqueza à nossa pobreza, conversão ao nosso pecado. Tenhamos confiança na acção de Deus! Com Ele, podemos fazer coisas grandes; Ele nos fará sentir a alegria de sermos seus discípulos, suas testemunhas.


No Regina Caeli o Papa confiou os jovens crismados a Nossa Senhora



Antes de concluir a celebração eucarística o Santo Padre confiou a Nossa Senhora os Crismados e todos os presentes na Praça de S. Pedro através da tradiocional oração do Regina Caeli. "A Virgem Maria ensina-nos o que significa viver no Espírito Santo e o que significa acolher a novidade de Deus na nossa vida." - disse o Papa Francisco que completou ainda:

"Ela concebeu Jesus pelo poder do Espírito, e cada cristão, cada um de nós, é chamado a acolher a Palavra de Deus, a acolher Jesus dentro de si e, em seguida, levá-lo a todos. Maria invocou o Espírito com os Apóstolos no Cenáculo: também nós, cada vez que nos reunimos em oração, somos sustentados pela presença espiritual da Mãe de Jesus, para recebermos o dom do Espírito e termos a força para testemunhar Jesus ressuscitado. Digo isto especialmente para vós, que hoje recebestes o Crisma: Maria vos ajude a estar atentos ao que o Senhor vos pede, e sempre viver e caminhar segundo o Espírito Santo!"
O Santo Padre saudou ainda particularmente os jovens presentes que se estão a preparar para o Crisma, o grande grupo guiado pelas Irmãs da Caridade, os fiéis de algumas paróquias polacas e os de Bisignano, bem como a Academia Católica Verbindung Capitolina. No final deixou uma mensagem importante:

"Neste momento desejo elevar uma oração pelas numerosas vítimas causadas pelo trágico colapso de uma fábrica em Bangladesh. Exprimo a minha solidariedade e profunda proximidade às famílias que choram pelos seus entes queridos e do profundo do meu coração elevo um forte apelo para que seja sempre tutelada a dignidade e a segurança do trabalhador."(R.S.)

Homily of Pope Francis celebrating Confirmation Mass this morning (Full Text)




(Vatican Radio) Below is an English language translation of the Pope’s Homily at Holy Mass in St Peter’s Square with the Rite of Confirmation.
Dear Brothers and Sisters, Dear Confirmands,
I would like to offer three short and simple thoughts for your reflection.
1. In the second reading, we listened to the beautiful vision of Saint John: new heavens and a new earth, and then the Holy City coming down from God. All is new, changed into good, beauty and truth; there are no more tears or mourning… This is the work of the Holy Spirit: he brings us the new things of God. He comes to us and makes all things new; he changes us. And Saint John’s vision reminds us that all of us are journeying towards the heavenly Jerusalem, the ultimate newness which awaits us and all reality, the happy day when we will see the Lord’s face, and be with him for ever, in his love.
You see, the new things of God are not like the novelties of this world, all of which are temporary; they come and go, and we keep looking for more. The new things which God gives to our lives are lasting, not only in the future, when we will be with him, but today as well. God is even now making all things new; the Holy Spirit is truly transforming us, and through us he also wants to transform the world in which we live. Let us open the doors to him, let ourselves be guided by him, and allow God’s constant help to make us new men and women, inspired by the love of God which the Holy Spirit bestows on us! How beautiful it would be if each of you, every evening, could say: Today at school, at home, at work, guided by God, I showed a sign of love towards one of my friends, my parents, an older person!
2. A second thought. In the first reading Paul and Barnabas say that “we must undergo many trials if we are to enter the kingdom of God” (Acts 14:22). The journey of the Church, and our own personal journeys as Christians, are not always easy; they meet with difficulties and trials. To follow the Lord, to let his Spirit transform the shadowy parts of our lives, our ungodly ways of acting, and cleanse us of our sins, is to set out on a path with many obstacles, both in the world around us, which often fails to understand us, but also within us, in our own hearts. But difficulties and trials are part of the path that leads to God’s glory, just as they were for Jesus, who was glorified on the cross; we will always encounter them in life!
3. And here I come to my last point. It is an invitation which I make to you, young confirmands, and to all present. Remain steadfast in the journey of faith, with firm hope in the Lord. This is the secret of our journey! He gives us the courage to swim against the tide. There are no difficulties, trials or misunderstandings to fear, provided we remain united to God as branches to the vine, provided we do not lose our friendship with him, provided we make ever more room for him in our lives. This is especially so whenever we feel poor, weak and sinful, because God grants strength to our weakness, riches to our poverty, conversion to our sinfulness. Let us trust in God’s work! With him we can do great things; he will give us the joy of being his disciples, his witnesses.
The new things of God, the trials of life, remaining steadfast in the Lord. Dear friends, let us open wide the door of our lives to the new things of God which the Holy Spirit gives us. May he transform us, confirm us in our trials, strengthen our union with the Lord, our steadfastness in him: this will be a true joy! Amen.